domingo, 14 de fevereiro de 2016

Pós-etisa

Comecei após
Com o que nos resta
O coração é fundo
Mas a mente é cibernética
Solitarismo total
Exige a vida
Pseudo-democrática
Pseudo-liberdade
Enquanto a família burguesa
Toma conta da cidade
Cujas cores sempre fogem
Dos matizes esperados
Primatas autômatas
Uni-vos
Contra a crueldade da razão
Informacional
Poemas de mil poetas
E pós-etisas
Ergam as múltiplas poéticas
Da vida
Encharquem a lama do rio
Que nunca mais será doce
Da poemática

Da revolta



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