segunda-feira, 10 de junho de 2013

Confronto

Abriguei-me da vida sob aquele teto
Abalado.
Cultivei-me
Confrontei-me
Aprendi a amar, e
Aprendi a ser só

[a maior vitória]

Tinha gosto de liberdade nas frutas
Sempre havia o que fazer e aonde ir
Sempre há
Mas quero dormir.

Meus portos seguros
Não estão no mar
Mas nele vejo a razão da partida
O mar engole tudo,
O mar
Engole desgosto
Só não engole a verdade

Perpassei-me naquele portão
Do qual ainda tenho a chave
Mas velhas chaves não abrem
As portas que agora se erguem
Os mesmos caminhos prosseguem
Nas direções menos prováveis

Só aquele velho lote vago
Continua o mesmo
Ou nem ele

Hoje como vejo...


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